> Roccana Poesias: Essência

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"Poesia traz vertigens. Ora cruel, ora leve, ela é desnuda."

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14.11.05

Essência

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E
NFIMSÓSIMPLESMENTEEUNÚCLEOCONFUSOINTIMOARDENTE
SÓSIMPLESMENTEEUNÚCLEOCONFUSOINTIMOARDENTE
SIMPLESMENTEEUNÚCLEOCONFUSOINTIMOARDENTE
EUNÚCLEOCONFUSOINTIMOARDENTE
NÚCLEOCONFUSOINTIMOARDENTE
CONFUSOINTIMOARDENTE
INTIMOARDENTE
ARDENTE
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2 comentários:

Elenara Castro Teixeira disse...

Ana Mimosa!

Toda essa engenharia semântica,
de palavras e sentidos, reflete teu potencial quimíco e anímico!

Tens o dom de conseguir que misturas tão complexas, se juntem com arte e sensibilidade, onde em algum momento da vida, essas essências se traduzirão numa Explosão!

Teu texto é forte e instigante sem deixar de ser ao mesmo tempo, doce e comovente!

Quem conseguiria num jogo de palavras, onde o ENFIMSIMPLESMENTESÓ, faz parte de um NÚCLEOÍNTIMOARDENTE, do EUCONFUSO!

Quem se não, simplesmente, a tua ESSÊNCIA!!!

Arrasou!
Parabéns!

Elenara Castro Teixeira
elenarat@hotmail.com
Santa Maria 01/12/2005

Roberto disse...

Muito bom! Boa parte da poesia, pra mim, está em brincar com as palavras - com sons, sentidos, e até com a forma - que é o que você faz nesse poema. Excelente!

[]s,

Roberto